ITAPETINGA: “COLÓ” ESTÁ VIVA NA MEMÓRIA DE MANOEL NETO

O professor Manoel Neto postou em sua página uma foto da saudosa COLÓ, do bairro Primavera. Para quem tem seus 40 a 50 anos, conviveu toda sua infância com esse, podemos chamar assim, “Mito” local.

Tinha até uma música folclórica que muitos cantavam em referência a Coló que o próprio Manoel fez questão de recordar. Eu particularmente conheço a segunda parte da música, assim: “Coló quebrou a perna, eu também quebrei a minha. Coló colou com cola, e eu com banha de galinha”. Pelo que descreve Manoel é possível captar em sua sensibilidade o “frisson” ao referenciar a saudosa Coló, personagem real da sua infância e hoje viva na sua memória e na de todos que conviveram nos anos 70 e 80 no bairro “Rola Pote”

A postagem vem recebendo inúmeras curtidas e comentários. A foto é do também professor e fotógrafo, Nilton Cirqueira. Coló morava no bairro Primavera na rua Nazaré e faleceu há mais de 25 anos, depois ficou a filha de nome “Tota”, que também já morreu. “Eu estou louco com tantas histórias. Nilton Cirqueira sabe tudo sobre Coló”, disse Manoel Neto, em conversa com esse editor, via internet.

Por Roberto Alves

8 Comentários para: “ITAPETINGA: “COLÓ” ESTÁ VIVA NA MEMÓRIA DE MANOEL NETO

  1. Angélica

    Muito bonito, uma postagem perfeita, me recordo de Coló, minha tia morava vizinha a ela e todos os dia eu e meu irmão víamos Coló. isso era 1979. Muitas saudades daquele tempo puro e inocente

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  2. sergio

    A letra da música correta era assim: “Coló quebrou a perna, eu também quebrei a minha. Coló colou com cola, e eu colei foi com farinha”

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  3. Cristiane Santos

    Coló era vista sempre com seu porretinho nas ruas do primavera, bons tempos, minha melhor infância. Hoje eu moro em Goiás, mas me recordo muito bem disso. Obrigado ao blog por nos trazer essas lembranças

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  4. Terezinha Oliveira Santos

    Engraçado! Eu fiz uma homenagem a Coló, no dia 09 de março, e enviei o texto para o GRUPO LOUCOS POR ITAPETINGA, que , por coincidência é administrado pelo Sr. Manoel Neto… e até hoje aguardo a publicação. Agora, vejo onde está a minha ideia. Isso é PLÁGIO, conterrâneo, roubo de propriedade intelectual.

    https://www.facebook.com/teca.santos

    Teca Santos
    9 de março às 22:42 ·
    Ainda da série, “diz ser cria …”,como uma itapetinguense, postei uma lembrança de Coló(meados e finais dos anos 70), uma pedinte cujo nome , até hoje, não sei. Não sei nada da história daquela senhora suja, maltratada, de olhos remelentos e miúdos. Não sei. E esse não saber, às vezes, me toma um tempo, especialmente nas noites insones, com perguntas típicas de um desses programas globais: Quem era? Onde vivia? Por que chegara aquela situação? E, nós…crianças sendo crianças, retirávamos daquele espectro humano a inspiração para compor textos melodiosos tipo : 🎵Coló quebrou a perna..eu também quebrei a minha, Coló colou com goma..eu coloquei foi com farinha🎵! Cantados repetitivamente. E vc, Coló, só queria um lugar para descansar. Embora,vc faça parte da minha história, este texto é uma homenagem e um atrasado pedido de mil desculpas pela minha inocente estupidez. Descanse em paz, querida! Nunca saberei seu nome, mas isso não é importante. Era uma mulher. Isso me basta!🥀🌹🥀🌹

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